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Palestra de encerramento debate as perspectivas do ensino hídrido na Mount Royal University, do Canadá

Humanizando a aprendizagem combinada: Perspectivas de aprendizagem colaborativa em uma pandemia foi a palestra que encerrou o segundo dia do 1º Seminário O Admirável Mundo Novo da Educação Superior em Ambientes Híbridos, com a participação do professor do Departamento de Educação, Faculdade de Saúde, Comunidade, Educação de Mount Royal University em Calgary, Alberta (Canadá) e cofundador da Blended Online Design Network, Norm Vaughan, com mediação da vice-reitora da Universidade de Coimbra, Claudia Cavadas.

O seminário é uma parceria do Consórcio STHEM Brasil com a Universidade de Coimbra e tem como co-organizadores o Semesp, a Universidade Estadual do Arizona, o Instituto Tecnológico de Monterrey e a Unicamp.

Norm Vaughan detalhou três questões trabalhadas pela universidade em que atua para engajar alunos em tempos de pandemia em um ambiente híbrido. “Sentimos que para engajar alunos não basta a tecnologia mas temos de exercitar a empatia e eu no começo um trabalho no início de cada semestre usando uma metodologia que chamamos dos 3 Rs: Relevance (como os alunos podem ser relevantes), Relationships (como os alunos podem aprender uns com os outros) e Rigour (como os alunos podem resolver seus próprios problemas e a direção que devem tomar)”, explicou.

Segundo Vaughan, “quando o aluno é consciente de sua aprendizagem ele entende o processo e toma o controle do seu próprio aprendizado. Para chegar a uma boa avaliação ele tem de estar motivado. E a aprendizagem empodera e faz o aluno ter um sentimento de ser responsável”.

No entanto, o educador enfatiza que para atingir essas metas, o papel do professor é indispensável e na Universidade de Calgary, são 7 princípios definidos no projeto pedagógico para melhorar o resultado de seus alunos no ensino híbrido: o uso do design para uma comunicação aberta e de confiança; um design para uma reflexão crítica e um discurso; criar e manter um senso de comunidade; garantir que os alunos mantenham a colaboração; garantir que a investigação avance para a resolução e garantir que a avaliação esteja alinhada com os resultados de aprendizagem pretendidos.

Por fim, Vaughan, enfatizou que não é fácil alinhar todas as ações e sugeriu que as IES utilizem um sistema de avaliação por pares e que sempre deem feek back a seus alunos. “Não podemos imaginar que todos os alunos saibam trabalhar em grupos e os professores precisam dar um modelo e um bom exemplo a eles de como fazer funcionar. A dificuldade é encontrar um alinhamento com os tipos de atividades e dar um feed back. Conversar com os colegas, trocar experiências, trabalhar em equipe, sempre é ideal. Aqui no Canadá trabalhamos em equipes e para que cada grupo entende como funciona a aprendizagem dividimos em cinco pessoas por grupo, cada uma fica responsável por cinco etapas do projeto: Análise (Pesquisa); Design (Planejamento); Desenvolvimento (Construção); Implementação (colocar em prática o conhecimento na vida real) e Avaliação (se o que foi implementado funcionou o não)”, finalizou.

A gravação completa da palestra estará disponível no site do STHEM Brasil e também no Canal STHEM Brasil do You Tube.