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Comitê de Crise on-line criado pela Uniso para solucionar quarentena do coronavírus

Rogério Profeta, reitor da Universidade Sorocaba (Uniso)

 

O quarto webinar da série de oito do STHEM Brasil/Semesp aconteceu nessa quarta-feira (1º), com o tema “Em crise? Crie – relato de experiência da Universidade Sorocaba”, com o reitor Rogério Profeta. Com 60 cursos de mestrado e quatro doutorados presenciais a Uniso é um dos cases de sucesso na superação e implementação de uma nova cultura virtual para vencer a crise do coronavírus e atender seus alunos.

“Quando em um sábado, dia 14 de março, o Governo anunciou o isolamento horizontal, fizemos dia 15 um comunicado de orientação a todos os professores e alunos e no dia 16 reunimos todos os coordenadores de curso para montar uma estrutura de atendimento aos alunos. Já no dia 16 entrarmos com aulas presencias síncronas via plataforma do Moodle”, relembra Profeta.

Segundo o reitor da Uniso, “a montagem de um Comitê de Crise on-line no início de março fez toda a diferença porque, a partir da união de todos, passamos orientações diárias e começamos a receber o feedback dos alunos”. Outra forma que a Uniso encontrou para enfrentar o momento de incertezas foi, por meio de assessoria de imprensa, produzir comunicados regulares a cada 3 ou 4 dias e vídeos curtos com a palavra do reitor, de cerca de um minuto e meio, para serem transmitidos a toda comunidade acadêmica, que envolve professores, alunos e funcionários da universidade.

A Uniso também passou a todos os seus alunos um questionário com nove perguntas para ter uma visão abrangente da impressão de seus alunos de como estavam enfrentando o momento e, assim, criar ações e atender aos que ainda não tinham conseguido se conectar por telefone e email.

A primeira pergunta foi se os alunos tinham a percepção que a Uniso estava fazendo esforços alinhados com as determinações do Governo. “A resposta foi muito positiva: 96,6% responderam que sim”, contou Profeta. A segunda questão é se as medidas adotadas pela universidade em transformar as aulas presenciais  usando plataformas digitais ajudou os alunos a não terem atrasos no semestre letivo. “Percebemos nessa questão que a preocupação ainda é grande dos alunos e apenas 75,9% responderam que sim”.

Nas perguntas 3, 4 e 5 a Uniso resolveu se certificar se os alunos tinham acesso à internet, por qual equipamento e quais plataformas virtuais os alunos indicavam. “Tivemos 80% de aprovação para a plataforma Moodle, 90% para o uso do Whatsapp e 60% para outras plataformas de conexão on-line como Zoom e Hangout”, contou o reitor.

Por fim as perguntas 6, 7, 8 e 9, questionam o aluno se os docentes ajudaram a superar o momento com soluções dos problemas; se as aulas presenciais em plataformas digitais têm sido boas; se o acesso às bibliotecas virtuais estão sendo utilizados e qual é a expectativa para a volta as aulas presenciais.  “Ficamos muito satisfeitos porque 95,4% dos alunos reconheceu o esforço dos professores; 71,8% estão fazendo uso das plataformas digitais; 66,3% acessando nossas duas bibliotecas virtuais e somente 65,6% estão pensando que a volta às aulas presenciais tem boa expectativa. Muitos ainda estão pessimistas que a quarentena possa ser estendida”, concluiu Profeta.